Em Cuba como os cubanos

A grande utilidade das coisas inúteis

Setembro 23, 2008 · 1 Comentário

Quinta feira passada, (18-09), fiquei pensando 26, 26, 26. Fui ao banheiro 26, 26, 26. No corredor, felicidades! 26, 26, 26. Pensamento: quase 30…. 26, 26, 6, 6,6, 2, 2, 2… 62. E me lembrei do meu pai, que tem 62. Me senti mais perto dele e feliz. Temos idades parecidas agora. Pelo menos até outubro, quando ele completa mais um ano.

Mas o que importa é que por isso e por outras coisas eu gosto muito mais de ter 26 anos do que ter 25. E seguindo com as coincidências reparei que todos os meus números têm 6 e 2 e às vezes 6, 2 e 8, que é igual aos dois primeiros somados. Outras vezes apenas 8 e 2, que são 6 se os subtraìmos. Sò não tenho esses números nas senhas, que é para não deixar pista fácil e proteger o patrimônio. E tudo isso não significa nada, apenas que eu não sou capaz de interpretar numerologia ou coincidências.

Mas que eu sou parecida com meu pai não é uma coincidência. É uma grande qualidade, assim como ser filha da minha mãe e irmã dos meus irmãos.

No mesmo dia 18 o Chile comemorou a sua independência outra vez e embora eu também não saiba nada sobre essa história não deixa de ser mais uma coincidência alegre e interessante.

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